Vivências Etnopedagógicas no
Aprendizado de Editoração
Produção editorial: meio impresso I
UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI
Área
Ciências da Comunicação
Curso
Comunicação Social
Habilitação
Produção Editorial
Disciplina
Produção Editorial - Meio Impresso I
Professor
Valdemar Vello
OFICINA DE LIVROS
Projeto coletivo experimental de produção de livros proposto na disciplina Meio Impresso I. O texto escolhido é de domínio público e está no site da Fundação Biblioteca Nacional, na seção Biblioteca Virtual, disponível para cópia no setor Acervo Digital: obras de referência.
Título: Um tratado da cozinha portuguesa do século XV.
Trata-se de um projeto para ser desenvovido por toda a classe, modelando o trabalho habitualmente realizado em uma editora de livros. A turma é dividida em grupos, cada um assumindo um departamento: editorial, arte, infografia e produção gráfica.
Uma versão web - virtual - será disponibilizada ao término da edição convencional.
Recomendamos uma visita ao site da Fundação Biblioteca Nacional; nele, por exemplo, você encontrará uma excelente orientação sobre A estrutura do livro.
TEXTOS PARA ESTUDO E REFLEXÃO
A "bibliotheca" do patriarca de Constantinopla
A salvação do livro na tela do computador
PROJETOS E SUGESTÕES
CRIATIVIDADE
Esta proposta destaca 10 projetos pedagógicos para o curso de Comunicação Social atendendo ao tema-objetivo da Universidade Anhembi Morumbi para o ano 2000:
CRIATIVIDADE GERANDO DESENVOLVIMENTO
Cada um dos projetos, com suas respectivas obras-referência, procura resgatar um aspecto marcante das pesquisas e práticas relativas à criatividade no contexto da Produção Editorial.
Pretende-se proporcionar condições para que as práticas nascidas desses projetos aconteçam com naturalidade, podendo ser:
Ateliês de produção;
Performances;
Pesquisas conceituais;
Experimentações;
Modelagens;
Recriações;
Exposições;
Etc. etc. etc.
Para desencadear cada processo, apresenta-se uma sugestão inicial que se propõe favorecer a ocorrência do projeto. Gradativamente, os participantes se liberam, incorporando outros recursos ou novas práticas ao trabalho.
PROJETO 1
OFICINA EXPERIMENTAL
EXPRESSÃO E REGISTRO
A DOCUMENTAÇÃO DOS PROCESSOS CRIATIVOS
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Ambientação
A sala é previamente equipada com documentos geradores de atividades criativas: livros, álbuns, dossiês, arquivos de projetos, jornais do próprio dia e revistas da semana, constituindo um centro de documentação de referência.
Paralelamente, há uma bancada com diversos materiais manipulativos desencadeadores de produções: papel para kirigami e origami, tiras de cartão dupla-face coloridas, malhas geométricas, varetas, garrotes, cola, tesoura, lápis de cor, etc.
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Esquentamento
A atração proporcionada pela organização do espaço de vivência já é um convite ao exame de todo o material. As atividades iniciam-se sem discurso prévio, sem orientação proposital sobre o que fazer, o que criar. Os temas-projetos-pessoais, canalizados pelo centro de documentação, afloram dessa organização e da própria bagagem de cada participante. Esses temas geradores provêem da notável diversidade cultural brasileira:
Trançados;
Mosaicos;
Mandalas;
Tangrans;
Azulejos;
Pipas;
Estruturas espaciais;
Embalagens;
Jogos e brincadeiras;
Etnografismos.
A partir do interesse individual despertado, formam-se, naturalmente, os grupos de produção, instaurando-se o processo criativo.
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Proposta de oficina experimental
Uma vez imersos, prazerosamente, nos fazeres de suas próprias escolhas, os participantes são questionados-e-orientados, pelo professor e assistente, da importância do registro das ações e dos produtos em execução. Surge, assim, a pergunta fundamental:
Como documentar o próprio trabalho-criativo em andamento ???
Nessa hora, o que se propõe é criar formas de documentar a criação. Levar para casa - para si - uma prova desse momento de criação. Um registro do seu projeto-do-dia, da superação de barreiras, da ampliação dos próprios limites.
A partir daí, em atitude reflexiva, cada um transporta-se para a sua realidade de profissional-aprendiz de Comunicação Social, centrando-se em sua habilitação de Produtor Editorial.
Surgem os registros e, também, os projetos-de-registros individuais e coletivos:
Jornais;
Livretos;
Portfolios;
Dossiês;
Foto-reportagens;
Filmagens;
Audiovisuais;
Sites.
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Justificativa
Trata-se de um projeto de vivência centrado em metacomunicação: um despertar para a produção da comunicação da comunicação. Um convite para saber como se faz e poder aprender a fazer:
Making of;
Retrospectivas;
Vídeo shows;
Memoriais;
Web memories
Arquivos multimediais;
Museus de imagens e de sons;
Museus de produções editoriais.
Obviamente, sem esquecer os registros dos processos criativos a priori, realizados antes da execução dos produtos:
Story boards;
story lines;
Roteiros de produções;
Projetos em busca de aprovação e/ou patrocínio;
etc.
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Obras-referência 1
COMPARATO, D. Da criação ao roteiro. 3.ed. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. (Artemídia).
Recomendamos a leitura do capítulo terceiro: A idéia; p. 69-92.
Sugerimos os exercícios 9.2 e 9.4; p. 91.
BRANDÃO, C. R., ALLESSANDRINI, C. D., LIMA, E. P. Criatividade e novas metodologias. São Paulo:
Peirópolis, 1998. (Temas transversais, 4).
PROJETO 2
ARQUIVO DE DEPOIMENTOS E ENTREVISTAS
O FLUXO DA EXPRESSÃO PESSOAL
A DESCOBERTA DAS LINGUAGENS CRIADORAS
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Depoimento pessoal
Não raro, em algum momento de sua existência, o ser humano compreende o fenômeno que caracteriza a manifestação de sua criatividade. Em especial, percebe com clareza a fluência do seu próprio processo de criação.
Pessoalmente, por volta dos 30 anos, pude entender que a fala era a minha linguagem criadora verdadeiramente fecunda. Pois, até então, considerava o grafismo meu "canal" de criação preferido. Somente após um período de autocrítica, descobri que a oralidade, muitas vezes incontrolável, me garantia a obtenção dos meus melhores resultados. Preciso falar para criar.
Hoje, em meu trabalho editorial é muito comum, durante uma conversa com um autor, eu ter a percepção-concepção quase total de um novo projeto; retomando-o posteriormente apenas para finalizá-lo com os aprofundamentos necessários. Obviamente, esse processo não é unilateral; ele depende da boa interação autor-editor, principalmente, no que se refere à qualidade/quantidade de elementos-incitadores que emergem da conversa.
Partindo dessa rápida explanação, acredito que um projeto sobre criatividade voltado à formação de um Arquivo de Depoimentos e Entrevistas, com profissionais de diversas áreas documentando as "descobertas" de suas linguagens criadoras, possa contribuir para o enriquecimento dos nossos estudos em Comunicação Social.
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Embasamento
Uma pesquisa em Comunicação Social deve apoiar-se em metodologias afinadas com as Ciências da Comunicação. Para tanto, recomendamos a leitura de RABITTI, principalmente o prefácio escrito por Corrado Ziglio, onde são apresentadas noções e procedimentos importantes sobre Antropologia da Educação. Na introdução, também muito valiosa, a autora Giordana Rabitti nos brinda com uma excelente fundamentação do conceito de Estudo de Caso e de como realizá-lo na prática.
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Obras-referência 2
DALTO, D. Processo de criação. São Paulo: Marco Zero, 1993.
Na apresentação a autora justifica sua obra:
"Em 1991, comecei a entrevistar o publicitário Roberto Duailibi, um dos sócios da DPZ, pensando em uma biografia. Como sobrava tempo, me ocorreu imaginar um outro tema para um novo livro. Até que durante uma das entrevistas, Roberto falou sobre o seu processo de criação, como as idéias surgiam... Disse também que todo mundo tem um método próprio de criar e que, quando as pessoas descobrem qual é esse método, elas fatalmente produzem mais e melhor.
Fiquei pensando nisso. Como as pessoas que criam criam? Como o ator compõe uma personagem? Como o escritor sabe que o livro está pronto, pode ser publicado? De onde vem essa certeza? Qual a relação entre dor e prazer e o seu trabalho? Em que período do dia ou da noite você cria melhor? Como as idéias surgem mais facilmente? O seu processo de criação tem alguma superstição? E sonhos? ( )
A idéia era não só mostrar como as pessoas criam, mas principalmente desmistificar o processo de criação. Definitivamente não há nenhum espírito que baixa. É puro trabalho. Um pouco de dor, sim. E muito prazer. Também queria contar um pedaço da vida das pessoas através da sua obra."
O livro resultou entrevistas-depoimentos muito importantes para o entendimento dos processos pessoais de criação. Destacamos algumas:
Antonio Fagundes, p. 39
Arnaldo Jabor, p. 52
Cacá Rosset, p. 102
Christina Carvalho Pinto, p. 131
Enio Mainardi, p. 169
Nizan Guanaes, p. 229
Roberto Duailibi, p. 245
RABITTI, G. À procura da dimensão perdida: uma escola de infância de Reggio Emilia. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.
Recomendamos, no prefácio, a leitura dos tópicos:
Os Estudos Antropológicos da Socialização, p. xii
Os Estudos Antropológicos da Escolarização, p. xii
A Área dos Estudos de Etnografia da Educação, p. xiii
Na introdução ao livro, em especial, leia:
O que é um "estudo de caso", p. 29
Como se trabalha em um estudo de caso, p. 30
A validade de um estudo de caso, p. 33
PROJETO 3
PRODUÇÃO EDITORIAL SOB DEMANDA
NÚCLEOS EDITORIAIS
AS COOPERATIVAS DE CRIAÇÃO
Obra-referência 3
FERREIRA, J. P. et al. Livros, editoras & projetos. São Paulo: Com-Arte, 1997.
PROJETO 4
ETNOCOMUNICAÇÃO
UMA CONCEPÇÃO ETNOANTROPOLÓGICA DE COMUNICAÇÃO
Obra-referência 4
COULON, A. Etnometodologia e educação. Petrópolis: Vozes, 1995.
PROJETO 5
ANTROPOLOGIA DA COMUNICAÇÃO
OS PATRIMÔNIOS CULTURAIS E A CRIATIVIDADE
Obra-referência 5
CANEVACCI, M. A cidade polifônica. 2.ed. São Paulo: Nobel, 1998.
PROJETO 6
FUTUROS ALTERNATIVOS
A CRIAÇÃO DE NOVOS ESPAÇOS DE VIVÊNCIA
Obra-referência 6
HICKS, D. Esplorare i futuri alternativi: una guida per gli insegnanti. Treviso: MCE, 1992.
PROJETO 7
ESPAÇOS ANTROPOLÓGICOS
O CONCEITO DE CRIATIVIDADE COLETIVA
Obra-referência 7
LÉVY, P. A inteligência coletiva: por uma antropologia do ciberespaço. São Paulo: Loyola, 1998.
PROJETO 8
TRANSVERSALIDADE
UMA APLICAÇÃO DA MATRIZ DE DESCOBERTA
Obra-referência 8
MOLES, A. A criação científica. 3.ed. São Paulo: Perspectiva, 1998. (Estudos, 3)
PROJETO 9
CONHECIMENTO AUTO-ORGANIZATIVO
A CRIATIVIDADE ESPONTÂNEA
Obras-referência 9
ASSMANN, H. Reencantar a educação: rumo à sociedade aprendente. Petrópolis: Vozes, 1998.
MATURANA, R. H., VARELA G., F. A árvore do conhecimento: as bases biológicas do entendimento humano. Campinas: PSY II, 1995.
PROJETO 10
BUSCA DA SIMPLICIDADE
A EFICÁCIA NA CRIAÇÃO
Obras-referência 10
WHEATLEY, M. J., KELLNER-ROGERS, M. Um caminho mais simples. São Paulo: Cultrix, 1998.
APDEGRAFF, R. R. Óbvio Adams: a história de um homem de sucesso. São Paulo: Cultura, 1996.
Supervisão
Um reconhecimento panorâmico
CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO
COMUNICAÇÃO SOCIAL
GRUPOS DE TRABALHO CO-PARTICIPATIVOS
DESIGN
JORNALISMO
PUBLICIDADE
E
PRODUÇÃO EDITORIAL
UM OLHAR SOBRE O SER, O COLETIVO E O OBJETO DA COMUNICAÇÃO
FUNDAMENTAÇÃO
EDUCAÇÃO & ETNOPEDAGOGIA
http://sites.uol.com.br/vello
ANTROPOLOGIA DA COMUNICAÇÃO
Introdução aos Estudos Etno-antropológicos
Bernardo Bernardi, Edições 70
A cidade polifônica
Massimo Canevacci, Studio Nobel
PREPARAÇÃO PARA OS PROJETOS EXPERIMENTAIS - TCCs
PROJETOS DE VIVÊNCIA
Propostos na disciplina Produção Editorial - Meio Impresso I
O produtor
HOMENS & MULHERES
CONHECIMENTO DE PRODUTORES QUE SE DESTACARAM NA PRODUÇÃO EDITORIAL
PELA EFICIÊNCIA DE SEUS PROJETOS:
CRIAÇÃO DE EMPRESAS E PRODUTOS;
IMPLANTAÇÃO DE PROGRAMAS CULTURAIS;
ARQUIVOS PÚBLICOS; ETC.
O produto
OBJETOS REAIS & OBJETOS VIRTUAIS
PESQUISA DE PRODUTOS QUE SE DESTACARAM POR SUAS COMPETÊNCIAS
E INOVAÇÕES NA COMUNICAÇÃO SOCIAL:
LIVROS CONSAGRADOS;
COLEÇÕES FAMOSAS;
LIVROS ON-LINE PIONEIROS;
REVISTAS E JORNAIS DE RENOME; ETC.
A produtora
EMPRESAS & PATROCINADORES
ESTUDO DE EMPRESAS E INSTITUIÇÕES
GERADORAS DE PROJETOS EDITORIAIS RECONHECIDOS:
UNIVERSIDADES;
CENTROS DE CULTURA E PESQUISA;
AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS;
AGÊNCIAS DE PUBLICIDADE;
ONGs;
PORTAIS-WEB; ETC.
Plano de ensino
Curso: Comunicação Social
Habilitação: Produção Editorial
Disciplina: Meio Impresso I
Professor Responsável: Valdemar Vello
Justificativa da disciplina no curso
A formação de um profissional de Produção Editorial, em virtude das transformações decorrentes dos atuais avanços tecnológicos, comporta uma nova caracterização do editor de livros e impressos em geral. A seguir são apresentadas as principais razões que dão sustentação a um curso superior para essa habilitação.
Em seu trabalho de elaboração de obras que envolvam criações literárias, científicas, instrumentais e culturais, o novo editor precisa repensar procedimentos e participar de mudanças que atendam as exigências de um mercado cada vez mais exigente.
A produção de livros e demais impressos relativos a produtos agregados, decorrentes da melhoria editorial, não deve negligenciar a aceitação e a implantação de benefícios advindos das recentes pesquisas no setor.
O aprimoramento dos processos presentes na elaboração de produtos editoriais impressos: seleção e edição de textos, preparação de originais, roteirização de produtos afins e suporte para a produção gráfica, impõe a adoção das mais modernas ferramentas de editoração e comunicação.
A preparação para o trabalho em empresas editoras ou outras instituições públicas ou privadas que incluam a criação de produtos editoriais por meios impressos, só pode ser garantida pela convivência com uma equipe de profissionais educadores conscientes da importância da boa preparação dos futuros editores.
A capacitação para o exercício das funções de produtor editorial, no meio impresso, em suas interações no campo da comunicação e outras áreas sociais, culturais e econômicas, exige um complexo educacional da mais alta competência, oferecendo boas condições ambientais e instrumentais para o aprendizado da profissão.
Tudo isso impõe que a formação do produtor editorial ocorra na esfera universitária, oferecendo aos interessados a mesma chance de ingressar na profissão.
Ementa
A disciplina Meio Impresso se propõe favorecer o conhecimento das produções editoriais brasileiras e internacionais. Para tanto, busca a identificação dos diferentes processos e produtos editoriais, bem como das empresas e profissionais renomados atuantes no setor. Um destaque é a viabilização de um produto editorial por meio da vivência de um plano de edição, sua execução e controle das etapas de produção.
Como fundamentação, no processo de aprendizagem, adotam-se princípios afinados com a Antropologia da Comunicação, tendo por base os conceitos expressos por Maximo Canevacci na primeira parte de seu livro A cidade polifônica, referenciado na bibliografia.
Objetivos
Identificar as etapas de elaboração de um produto editorial impresso.
Desenvolver projetos de produtos editoriais no meio impresso respeitando os diferentes mercados e os perfis das produtoras editoriais.
Compreender os processos de edição: resumos, apresentações, textos de capa de livros, textos de revistas, textos que acompanham edições sonoras, audiovisuais e de multimídia, textos para publicações digitais, tratamento de textos didáticos e paradidáticos, textos de compilação, de crítica e de criação.
Desenvolver ações de planejamento, organização e sistematização dos processos editoriais: acompanhamento gráfico de produtos editoriais, seleção de originais, projetos de obras avulsas, de séries e coleções.
Conteúdo
O projeto de vivência em produção editorial no meio impresso: o conceito em construção.
O produtor que planeja e executa: o ser, profissional em editoração.
O produto editorial no meio impresso: o objeto da comunicação.
A produtora que viabiliza projetos: o coletivo criador.
A organização da produção editorial: a estrutura da empresa editorial.
Os planos de produção editorial, comercialização e marketing: a implementação operacional.
A dinâmica da produção editorial no meio impresso: o fluxo do trabalho editorial.
As técnicas e os recursos da produção editorial no meio impresso: as estratégias de execução do produto.
O controle da produção editorial no meio impresso: a manutenção da qualidade do produto.
O mercado editorial em mutação: o aprimoramento da produção editorial.
A realimentação da indústria editorial: a recriação de produtos e processos.
Os planos de ampliação de mercado: a garimpagem de produtos editoriais agregados.
A modernização dos processos de controle e produção: a atualização permanente da indústria editorial.
Os projetos experimentais em produção editorial: o potencial da criação acadêmica.
Os planejamentos dos produtos acadêmicos: as fontes renováveis dos projetos editoriais.
A concretização dos projetos editoriais: a edição dos produtos editoriais acadêmicos.
Técnicas e Recursos Didáticos
Oficinas de criação e produção.
Discussões individuais e coletivas.
Mostragem e estudo de produtos.
Produção de documentos de pesquisa.
Painéis temáticos.
Palestras com profissionais.
Assessoria aos grupos dos projetos de vivência.
Avaliação da Aprendizagem
Critérios
Participação nas aulas.
Interesse e contribuição nas discussões.
Censo prático e crítico.
Pontualidade na entrega dos trabalhos.
Cumprimento das etapas dos trabalhos práticos.
Instrumentos
Documentação das etapas do processo de aprendizagem.
Provas individuais.
Estudos de casos.
Trabalhos práticos em grupo.
Bibliografia
Leituras básicas
CBL. Panorama do mercado editorial brasileiro. São Paulo: CBL, Fundação João Pinheiro, 1996.
FEBVRE, L., Martin, H-J. O aparecimento do livro. São Paulo: UNESP, Hucitec, 1992.
FERREIRA, J. P. et al. Livros, editoras e projetos. São Paulo: Com-Arte, São Caetano do Sul: Ateliê Editorial, 1997.
PAIXÃO. F. (Org.). Momentos do livro no Brasil. São Paulo: Ática, 1997.
UNESCO. O negócio da edição de livros. São Paulo: Atlas, 1992.
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. Coordenadoria Geral de Bibliotecas. Normas para publicações da UNESP. São Paulo: UNESP, 1994. v.3: Preparação e revisão de textos.
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. Normas para publicações da UNESP. São Paulo: UNESP, 1994. v.4: Dissertações e teses: 1a. parte, Do trabalho científico ao livro: 2a. parte.
Leituras complementares
COMPARATO, D. Da criação ao roteiro. 3.ed. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.
EISENSTEIN, E. L. A revolução da cultura impressa: os primórdios da Europa Moderna. São Paulo: Ática, 1998. (Múltiplas Escritas).
FERREIRA, J. P. (Org.). Ênio Silveira. São Paulo: Com-Arte, EDUSP, 1992. (Editando o Editor, 3).
REIMÃO, S. Mercado editorial brasileiro: 1960/1990. São Paulo: EDUSP, 1996.
SMITH JR, D. C. Guia para a editoração de livros. Recife: UFPE; Florianópolis: UFSC, 1990.
UNESCO. Promoção, vendas e distribuição de livros. São Paulo: Atlas, 1992.
Leituras recomendadas
ANDRÉ, M. E. D. A. (Org.). Pedagogia das diferenças na sala de aula. Campinas: Papirus, 1999. (Prática Pedagógica).
ANDRÉ, M. E. D. A. Etnografia na prática escolar. Campinas: Papirus, 1995.
APDEGRAFF, R. R. Óbvio Adams: a história de um homem de sucesso. São Paulo: Cultura, 1996.
ARDUINI, J. Destinação antropológica. São Paulo: Paulinas, 1989.
ASSMANN, H. Reencantar a educação: rumo à sociedade aprendente. Petrópolis: Vozes, 1998.
BERNARDI, B. Introdução aos estudos etno-antropológicos. Lisboa: Edições 70, 1988.
BRANDÃO, C. R., ALLESSANDRINI, C. D., LIMA, E. P. Criatividade e novas metodologias. São Paulo: Peirópolis, 1998. (Temas Transversais, 4).
CANEVACCI, M. A cidade polifônica. 2.ed. São Paulo: Nobel, 1998.
COULON, A. Etnometodologia e educação. Petrópolis: Vozes, 1995.
COULON, A. Etnometodologia. Petrópolis: Vozes, 1995.
D`AMBROSIO, U. Etnomatemática. São Paulo: Ática, 1990.
DELORS, J. et al. Educação: um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortez, Brasília: MEC, UNESCO, 1998.
ELIAS, M. D. C. Célestin Freinet: uma pedagogia de atividade e cooperação. Petrópolis: Vozes, 1997.
FREIRE, P. Pedagogia para a autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1997.
GADOTTI, M. Diversidade cultural e educação para todos. Rio de Janeiro: Graal, 1992.
GOLEMAN, D., KAUFMAN, P., RAY, M. O espírito criativo. São Paulo: Cultrix, 1999.
HOYOS GUEVARA, A. J. et al. Conhecimento, cidadania e meio ambiente. São Paulo: Peirópolis, 1998. (Temas Transversais, 2).
IMS-Instituto Metodista de Ensino Superior. Imagens. São Paulo: IMS, 1993. (Comunicação e Sociedade).
IMS-Instituto Metodista de Ensino Superior. Novas tecnologias. São Paulo: IMS, 1994. (Comunicação e Sociedade).
KATZ, C. S., DORIA, F. A., LIMA, L. C. Dicionário básico de comunicação. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1975.
LABURTHE-TOLRA, P., WARNIER, J.-P. Etnologia- antropologia. Petrópolis: Vozes, 1997.
LÉVY, P. A inteligência coletiva: por uma antropologia do ciberespaço. São Paulo: Loyola, 1998.
LÉVY, P. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. São Paulo: Editora 34, 1999. (Trans).
MACHADO, N. J. Cidadania e educação. São Paulo: Escrituras, 1997.
MAFFESOLI, M. Elogio da razão sensível. Petrópolis: Vozes, 1998.
MATTELART, A., MATTELART, M. História das teorias da comunicação. São Paulo: Loyola, 1999.
MATURANA, H., VARELA, F. A árvore do conhecimento: as bases biológicas do entendimento humano. Campinas: Workshopsy, Editorial Psy II, 1995.
MOLES, A. A criação científica. 3.ed. São Paulo: Perspectiva, 1998. (Estudos, 3)
MORIN, E. O método: 4 / as idéias. Porto Alegre: Sulina, 1998.
MORIN, E., BAUDRILLARD, J., MAFFESOLI, M. A decadência do futuro e a construção do presente. Florianópolis: UFSC, 1993.
MORIN, E., LE MOIGNE, J-L. A inteligência da complexidade. São Paulo: Peirópolis, 2000. (Nova Consciência).
PAULA CARVALHO, J. C. Antropologia das organizações e educação. Rio de Janeiro: Imago, 1990.
RABITTI, G. À procura da dimensão perdida: uma escola de infância de Reggio Emilia. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.
REIMÃO, S. Livros em revista. São Paulo: Salesiana, 1996.
TEIXEIRA, M. C. S. Antropologia, cotidiano e educação. Rio de Janeiro: Imago, 1990.
VIVAR FLORES, A. Antropologia da libertação latino-americana. São Paulo: Paulinas, 1991.
WHEATLEY, M. J., KELLNER-ROGERS, M. Um caminho mais simples. São Paulo: Cultrix, 1998.
BIBLIOGRAFIA ATUALIZADA PARA SALVAR EM ARQUIVO: WORD2000
TEXTOS PARA ESTUDO E REFLEXÃO
A "bibliotheca" do patriarca de Constantinopla
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. Walter Luiz Coutinho . Fernando Weno e equipe - Editora Conceito .
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